Homem é morto ao reagir abordagem policial em Jucuruçu


Um fato em que um homem morreu durante ação policial foi registrado durante a noite desta quarta-feira (17/07), em Jucuruçu.

Segundo a Polícia Militar, uma guarnição foi acionada para averiguar um desentendimento familiar, chegando ao local, os militares teriam sido recebidos com agressividade pelo acusado, que estava com revólver e facão.

Ao partir pra cima dos PMs, o acusado foi atingido por disparos de advertência, o acusado chegou a ser socorrido ao Hospital de Jucuruçu mais não resistiu e acabou morrendo.

O corpo foi encaminhado ao IML de Itamaraju, onde com documentos poderá ser feito sua identificação.

Índio sequestrado em Porto Seguro é libertado em Itamaraju após pagamento de resgate


Um índio vítima de seqüestro durante a noite de quarta-feira (17/07), em Porto Seguro, foi libertado durante a manhã desta quinta-feira (18/07), em Itamaraju.

Segundo o índio em depoimento na Delegacia de Itamaraju, ele foi seqüestrado quando saia da faculdade, no centro de Porto Seguro. A vítima ficou em poder dos bandidos por cerca de 12h.

O índio que mora em Coroa Vermelha foi libertado após seu pai pagar uma fiança, dinheiro depositado em uma das lotéricas de Itamaraju. O caso segue sendo investigado.

Ministério da Saúde suspende 19 medicamentos gratuitos do SUS


Nas últimas 3 semanas, o Ministério da Saúde rompeu Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) com 7 laboratórios públicos nacionais que produzem medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS), que os distribui gratuitamente a população. Noticiada hoje (16/7) pelo jornal O Estado de S. Paulo, a ação resultou na suspensão da fabricação de 19 medicamentos  para o tratamento de câncer, diabetes e transplantados, que agora serão desenvolvidos por iniciativas privadas. A ruptura dos contratos preocupa profissionais da saúde e laboratórios públicos, que podem perder investimentos para a continuidade de seus trabalhos, e por isso, darão início à ações judiciais.
No entanto, o Ministério da Saúde garantiu que a medida “não gera risco de desabastecimento para a população”, e que a fase atual “permite que os laboratórios apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades”. O Ministério ainda informou estar realizando compras dos medicamentos por outros meios previstos na legislação, porém não deu maiores detalhes a respeito das fontes dos produtos. “A maior parcela das PDPs em fase de suspensão sequer chegou a fase de fornecimento do produto. Outras que têm produção estão com dificuldades de atendimento à demanda para o sistema de saúde e a pasta já realiza compras por outros meios conforme legislação vigente”, justifica a nota divulgada pelo órgão.
O pesquisador e professor do departamento de Farmácia da Universidade de Brasília (UnB), Rafael Santana, ressalta que, entre os 19 medicamentos em fase de suspensão, pelo menos 7 já eram fornecidos pelos laboratórios, como as Insulinas e a vacina tetraviral, para a prevenção da cachumba, sarampo, rubéola e catapora. “O principal efeito dessa medida vai ser o aumento dos gastos do governo, isso é evidente e preocupante, tanto em relação ao fornecimento quanto aos custos, que serão significativamente maiores”, argumenta Rafael.
Rafael acredita que também há um prejuízo no rompimento de contratos em relação aos demais produtos (12), que não chegaram a serem fornecidos pelos laboratórios nacionais. “Os laboratórios públicos, quando assinam esses acordos, fazem investimentos para aumentar a planta e sua área de produção, então alguns já devem ter começado a fazer esses investimentos. Interromper esse processo é muito ruim para eles (laboratórios)”, esclarece o professor. “Além de que muitos desses produtos, como o Etanercepte, são medicamentos biológicos, que custam para o SUS mais de R$ 1 bilhão fora dos laboratórios públicos. Seria uma grande economia para o futuro”.
“A principal vantagem das PDPs é a redução de preços de medicamentos importantes, como o Rituximabe, para câncer, e o Trastuzumabe, para linfoma. Esses são produtos muito caros, e com o rompimento de Parcerias, nem chegaram a ser produzidos pelos laboratórios públicos. Quando o ministério interrompe esses contratos, de certa forma interrompe também a possibilidade dos nossos laboratórios dominarem essa tecnologia e produzirem por preços ainda menores”, destaca o professor da UnB.

Perda de R$ 1 bilhão

Apesar do que diz o governo, a Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (ALFOB) prevê uma perda anual de ao menos R$ 1 bilhão para o setor e risco de desabastecimento, já que “mais de 30 milhões dependem dos remédios em fase de suspensão”. Entre os principais laboratórios excluídos dos contratos com o Ministério estão Biomanguinhos, Butantâ, Bahiafarma, Farmanguinhos, Furp e Tecpar. “As PDPs, nos últimos oito anos, resultaram em mais de R$ 20 bilhões em economia para o Tesouro Nacional. Elas constituem fator de Soberania Nacional, ao reduzir a dependência tecnológica e vulnerabilidade do Brasil perante a indústria farmacêutica internacional”, defende a ALFOB.
Em nota, a ALFOB destacou que a adesão à rede de laboratórios públicos deixa o SUS menos exposto a eventuais problemas de fornecimento e a variações inesperadas de preços de medicamentos no mercado internacional, assim como à “manipulação de valores por parte dos laboratórios privados”. Segundo a associação, por causa da medida do Ministério da Saúde, tanto laboratórios públicos nacionais quanto Estados afetados pela decisão já começaram a promover ações jurídicas que “buscam reparação junto ao governo federal quanto aos investimentos em estrutura, pessoal e pesquisa realizados em torno das PDPs firmadas”.
Segundo a pasta de saúde, nove dos processos se referem a medidas recomendada pelos órgãos de controle, como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU). “Toda e qualquer parceria que estiver em desacordo é suspensa para avaliação”, diz a nota. O Ministério também ressaltou as 4 fases essenciais para a continuidade das parcerias com laboratórios: proposta para avaliação; desenvolvimento do projeto e elaboração dos contratos; transferência efetiva de tecnologia e início da aquisição do Ministério; verificação da internalização da tecnologia.
As PDPs que entraram em fase de suspensão após o estágio III de desenvolvimento, com a interferência do Ministério, englobam produtos como a Insulina (NPH), a Cabergolina, Pramipexol, Vacina Tetraviral, Sevelâmer e Alfataliglicerase. Outros componentes, como Rituximabe, Infliximabe, Sofosbuvir e Etanercepte foram suspensos no segundo estágio, antes de iniciar a distribuição.
Veja a lista completa dos medicamentos em fase de suspensão:
Adalimumabe, Solução Injetável (40mg/0,8mL), produzido por TECPAR
Adalimumabe, Solução Injetável (40mg/0,8mL), produzido por Butantan
Bevacizumabe, Solução injetável (25mg/mL), produzido por TECPAR
Etanercepte, Solução injetável (25mg; 50mg), produzido por TECPAR
Everolimo, Comprimido (0,5mg; 0,75mg; 1mg), produzido por Farmanguinhos
Gosserrelina, Implante Subcutâneo (3,6mg; 10,8mg), produzido por FURP
Infliximabe, Pó para solução injetável frasco com 10mL (100mg), produzido por TECPAR
Insulina (NPH e Regular), Suspensão injetável (100 UI/mL), produzido por FUNED
Leuprorrelina, Pó para suspensão injetável (3,75mg; 11,25mg), produzido por FURP
Rituximabe, Solução injetável frasco com 50mL (10mg/mL), produzido por TECPAR
Sofosbuvir, Comprimido revestido (400mg), produzido por Farmanguinhos
c, Pó para solução injetável (150mg; 440mg), produzido por Butantan
Cabergolina, Comprimido (0,5mg), produzido por Bahiafarma Farmanguinhos
Insulina (NPH e Regular), Suspensão injetável (100 UI/mL), produzido por Bahiafarma
Pramipexol, Comprimido (0,125mg; 0,25mg; 1mg), produzido por Farmanguinhos
Sevelâmer, Comprimido (800mg), produzido por Bahiafarma Farmanguinhos
Trastuzumabe, Pó para solução injetável (150mg), produzido por TECPAR
Vacina Tetraviral, Pó para solução injetável, produzido por Bio-manguinhos
Alfataliglicerase, Pó para solução injetável (200 U), produzido por Bio-manguinhos
Veja nota completa do Ministério da Saúde:
Esclarecimento sobre fase de suspensão de 19 PDPs
 
O Ministério da Saúde informa que estão em fase de suspensão 19 Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs). A lista disponível no Portal da Saúde foi atualizada no dia 8/7. A etapa atual permite que os laboratórios públicos apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades. Desde 2015, 46 PDPs passaram por processos de suspensão. Atualmente, 87 parcerias estão vigentes.
 
Para garantir o abastecimento da rede, o Ministério da Saúde vem realizando compras desses produtos por outros meios previstos na legislação. A medida, portanto, não afeta o atendimento à população. A maior parcela das PDPs em fase de suspensão sequer chegou a fase de fornecimento do produto.
 
As PDPs são suspensas por fatores como:
 
ü  Recomendação por órgãos de controle (CGU e TCU). Nove suspensões atendem esse critério;
 
ü  Decisão Judicial;
 
ü  Desacordo com o cronograma;
 
ü  Falta de avanços esperados;
 
ü  Falta de investimentos na estrutura;
 
ü  Solicitação de saída do parceiro privado;
ü  Não enquadramento de um projeto como PDP; entre outros.
 
 
Trata-se de uma medida regular e recomendada pelos órgãos de controle como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU), além de estar prevista no marco regulatório das PDPs e realizada com normalidade. Toda e qualquer parceria que estiver em desacordo é suspensa para avaliação.
 
A PDP é uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional. O Ministério da Saúde coordena o processo e utiliza seu poder de compra para apoiar a produção nacional de produtos considerados estratégicos para o SUS.
 
São fases de uma PDP:
 
Fase I – Proposta para avaliação;
 
Fase II – Desenvolvimento do projeto: elaboração dos contratos entre parceiros, treinamento, desenvolvimento da estrutura e qualificação dos processos de trabalho. Não há fornecimento direto ao Ministério da Saúde;
 
Fase III – Transferência efetiva de tecnologia e início da aquisição do Ministério da Saúde;
 
Fase IV – Verificação da internalização da tecnologia.
 
 
Estágio atual das PDPs em fase de suspensão:
 
ü  Adalimumabe – Fase II
 
ü  Etanercepte – A PDP suspensa está em Fase II
 
ü  Everolimo – Fase II
 
ü  Gosserrelina – Fase II
 
ü  Infliximabe – A PDP suspensa está em Fase II
 
ü  Insulina (NPH e Regular) – São duas parcerias: 1 –  Fase III, em virtude dos atrasos de entregas, o Ministério da Saúde está realizando compras por pregão; e 2 – Fase II
 
ü  Leuprorrelina – Fase II
 
ü  Rituximabe – A PDP suspensa está em Fase II
 
ü  Sofosbuvir – Fase II, além de suspensão por decisão judicial
 
ü  Trastuzumabe – São três PDPs: 1 – PDP suspensa está em Fase II; 2 – PDP em fase III suspensa por determinação do TCU; 3 – Vigente
 
ü  Cabergolina – Fase III, em desconformidade com cronograma de investimentos e estrutura fabril. O Ministério da Saúde realizou pregão eletrônico para aquisição do produto
 
ü  Pramipexol – Fase III, em desconformidade com cronograma do projeto. O Ministério da Saúde realizou aquisição do produto fora da parceria.
 
ü  Sevelâmer – Fase III, em desconformidade com cronograma de investimentos e estrutura fabril. O Ministério da Saúde realizou pregão eletrônico para aquisição do produto
 
ü  Vacina Tetraviral – Está em desacordo com os critérios de PDPs. O Ministério da Saúde realizou aquisição do produto fora da parceria.
 
ü  Alfataliglicerase – Está em desacordo com os critérios de PDPs. O Ministério da Saúde realizou aquisição do produto fora da parceria.
 
ü  Bevacizumabe – Fase II

Conquista: Aeroporto teve emenda de ACM Jr. contingenciada por Dilma; Estado deu R$ 31 mi


Perto de nascer, o Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, passa por uma disputa de paternidade. 

De um lado, o governo federal e seus apoiadores reivindicam os louros pela obra usando como argumento R$ 74 milhões investidos pela União do total de R$ 105,8 milhões empregados. Do outro lado, a gestão do governador Rui Costa sustenta que foi o responsável por 100% da execução do aeroporto. Nesta quarta-feira (17) o governo do estado disponibilizou um vídeo em que cutuca a União. “Quando o filho é bonito, qualquer pai quer assumir”, diz o vídeo institucional. Um relatório de acompanhamento, entretanto, aponta que a história do Glauber Rocha envolve mais personagens e outros capítulos. 

Dados disponibilizados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) mostram que a União teria sido responsável pela verba de construção da pista de pouso do terminal (R$ 45,9 milhões) e pelo convênio responsável pelo Terminal de Passageiros (R$ 28,6 milhões). Juntos, os investimentos somam a verba de R$ 74 milhões. 

Já o governo do estado, de acordo com um relatório da Diretoria de Terminais e Aeroportos (DTE), empenhou R$ 31 milhões em contrapartidas de convênios (aproximadamente R$ 5,3 milhões), desapropriações (R$ 2,8 milhões), planos e projetos (R$ 4,9 milhões), obras e serviços complementares (R$ 5,3 milhões), reajuste de contratos (R$ 11 milhões) e contratos de serviço de apoio (R$ 1,5 milhão). 

A gestão de Rui Costa também alega que equipou os arredores do aeroporto com estradas e obras complementares. O governo federal rebate o argumento e afirma que o investimento feito fora do convênio entre as esferas para a construção de estradas, por exemplo, não pode ser mensurado. Com Rui e Bolsonaro como oposição, nenhuma das duas esferas dá o braço a torcer e continuam na disputa pela titularidade do novo aeroporto.

HISTÓRICO DE INVESTIMENTOS
Apesar da disputa que deve prosseguir até a inauguração do aeroporto na próxima terça-feira (23) com as presenças de Rui e do presidente Jair Bolsonaro (PSL) (veja aqui), outros atores políticos participaram da construção do Glauber Rocha. 

Em 2011, por exemplo, a bancada da Bahia conseguiu aprovar no Orçamento da União para o ano seguinte uma emenda apresentada pelo então senador ACM Jr no valor de R$ 39,6 milhões para tentar viabilizar a construção do novo aeroporto. 

Pelo menos R$ 20 milhões da emenda chegaram a ser empenhados para a obra, mas o pagamento foi cancelado pela ex-presidente Dilma Rousseff, sob alegação de falta de dotação orçamentária.

Bahia Notícias

Bando amarra cliente em loja de eucalipto durante assalto


Um grupo armado assaltou, na tarde de quarta-feira (17), clientes e funcionários de uma loja que comercializa eucalipto tratado às margens da BR-367, a cerca de cinco quilômetros do centro de Eunápolis.

Conforme informações obtidas pelo RADAR 64, cerca de quatro bandidos armados invadiram o estabelecimento e, sob forte ameaça, anunciaram o roubo. A quadrilha chegou a amarrar um cliente para levar o aparelho celular dele.

Cerca de R$ 2.500 que estavam no cofre da empresa e outros dois celulares ainda foram roubados pelos ladrões, que portavam armas longas e usavam toucas para não serem reconhecidos.

A quadrilha fugiu em um carro modelo Siena, cor branca.

Vereador mineiro que matou prefeito pintou cabelo e planejava fugir do país


Com os cabelos pintados e planejando fugir do Brasil, o vereador da cidade de Naque, em Minas Gerais, Marcos Alves de Lima (PSDC), que matou o prefeito da cidade, Hélio Pinto de Carvalho (PSDB), foi preso em Vitória-ES., na tarde da última terça-feira (16).

Marcos Alves de Lima foi encontrado na casa da irmã, no bairro da Mata da Praia. A polícia capixaba chegou até Marcos depois de ter montado um trabalho de inteligência em parceria com a polícia mineira, que compartilhou as informações sobre o caso.

Para encontrar o autor do assassinato, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF) e Polícia Civil (PC) foram mobilizadas, além do cerco eletrônico, em que foram incluídos os veículos em nome do Vereador.

O vereador Marcos Alves de Lima (PSDC), da cidade de Naque, no interior de Minas Gerais, foi preso na tarde desta terça-feira (16), em Vitória. O parlamentar é suspeito de assassinar a tiros, no último sábado (13), o prefeito do município mineiro, Hélio Pinto de Carvalho (PSDB), de 55 anos.

Relembre o caso

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, o prefeito de Naque foi morto após brigar com o vereador por causa de uma cerca. Marcos Alves tem uma propriedade ao lado de um área da prefeitura e estaria tentando cercar o lote.

Durante a discussão o tucano teria agredido o vereador com um chicote. Em seguida, o parlamentar sacou uma arma e atirou seis vezes contra Hélio Pinto de Carvalho, conhecido como Hélio da Fazendinha.

O prefeito foi baleado no tórax e nas pernas. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital local, mas não resistiu.

Preso é encontrado morto no Conjunto Penal de Vitória da Conquista


Um detento foi encontrado morto em uma das celas do Conjunto Penal de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia, na quarta-feira (17).

Conforme a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o corpo foi localizado logo pela manhã, na abertura administrativa da unidade. Ainda não há detalhes sobre a causa da morte. A Secretaria não divulgou informações sobre o preso.

Ainda de acordo com a Seap, ao longo desta quinta-feira (18), vários detentos, principalmente os que dividiam a cela com a vítima, vão prestar depoimentos.

O Conjunto Penal de Vitória da Conquista tem capacidade para 750 detentos, mas comporta atualmente 940 presos.

Trabalhadores rurais em condições análogas à escravidão são resgatados em van na BA


Dezoito trabalhadores rurais em condições análogas à escravidão foram resgatados por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na terça-feira (16), na BR-101, em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia. A informação foi divulgada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), nesta quarta-feira (17).

Segundo informações do órgão, os lavradores fugiram do município de Boa Esperança, no Espírito Santo, após serem submetidos a trabalhos em condições precárias. O grupo viajava para a cidade de Piranhas, interior de Alagoas, em uma van clandestina, quando o veículo foi parado pela polícia.

De acordo com o órgão, os trabalhadores contaram que foram enganados por um homem que prometeu trabalho e estavam retornando para casa sem dinheiro e contando com a ajuda de terceiros. O grupo foi encaminhado para o Ministério Público do Trabalho de Eunápolis, onde prestaram depoimento e receberam um transporte regular para voltar para Alagoas.

Os lavradores disseram para os procuradores do MPT que o homem que os contratou ofereceu trabalho na colheita de café, com diárias que poderiam chegar a R$ 100. A chegada dos trabalhadores no Espírito Santo aconteceu em 1º de julho, em um ônibus clandestino, que o dono da lavoura contratou.

Ainda de acordo com o MPT, ao chegar a Boa Esperança, os trabalhadores foram alojados em uma casa sem condições mínimas de higiene e sem mobiliário e passaram a trabalhar em atividades diversas, sempre conduzidos pelo dono da lavoura. Entretanto, o grupo recebeu a diária entre R$ 20 e R$ 50.

Segundo o depoimento dos trabalhadores, tanto as ferramentas usadas no trabalho quanto a comida que consumiam estavam sendo pagas pelos próprios lavradores. Eles também tiveram que arcar com os custos da viagem de ida, aluguel, água e energia elétrica da casa que estavam e não tiveram registro da relação de trabalho em suas carteiras profissionais.

G1

Prado: Homem comete suicídio por enforcamento no Bairro São Brás


Na manhã dessa quarta-feira (17), um homem de 39 anos cometeu suicídio na Rua José Anacleto, no Bairro São Brás, em Prado. Segundo informações de populares, o mesmo enfrentava uma forte crise de depressão.

A polícia militar esteve no local e confirmou a morte. O homem foi identificado como sendo, Ailton Ferreira da Silva, mais conhecido domo “Calibrinha”, o mesmo foi encontrado dentro de um cômodo, da sua própria residência. Ele utilizou uma corda para se enforcar e tirar sua própria vida.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal da cidade de Itamaraju.

Prado News / com inf:  Claydson Motta | Prado Notícia

Dois assaltantes que roubaram bancos de Jucuruçu morrem em confronto com a Rondesp próximo a Itabela


Dois integrantes da quadrilha que aterrorizaram a cidade de Jucuruçu na madrugada desta quarta-feira, 17 de julho, durante assalto as agências do Banco do Brasil, Bradesco e Correios, morreram em confronto com policiais da Rondesp próximo a cidade de Itabela.

Os bandidos estavam em um veículo Toro de cor branca e trocaram tiros com os policiais. Eles chegaram a ser socorridos para o Hospital Frei Ricardo em Itabela, onde já chegaram mortos.

Toda a polícia da região está mobilizada na busca dos assaltantes.

Maiores informações a qualquer momento.